09/11 - Passeio para bordar

Oficina de bordado junto a natureza!

Sarah Evelyn: Artísta Plástica  e Arte Educadora - Escola Guignard - ministra cursos de:
Desenho, Pintura em Aquarela, Pintura sobre Madeira, Mosaico, Pátina sobre Madeira, Bordados com pontos Livres e Bainhas portuguesas. Coordena a parte artística do Grupo de bordados Mulheres de fibra há 6 anos buscando sempre valorizar a identidade local  e a qualidade.

Fazenda do Engenho D'agua próxima a Ouro Preto e Cachoeira do Campo
Fazenda Engenho D'água, um santuário de preservação ambiental que fica dentro da Área de Proteção Ambiental das Andorinhas, próximo a Ouro Preto. Comandada por especialistas no assunto, a fazenda é elemento essencial na manutenção do equilíbrio ecológico na região. Na sede, animais da mata são bem vindos e interagem com moradores.

Saída de BH às 08hs da porta do Conservatório da UFMG na av. Afonso Pena
 
Transporte + alimentação + oficina com material incluso.
Estamos estudando a possibilidade em oferecer também :
Oficina de bordado com fita e bordado sobre chita.
Se quiser só passear pela natureza também pode.

Bordado sobre pintura com Sarah = 04hs = R$ 215,00
(tecido e linha incluso) levar tesourinha e agulhas

Bordado sobre a chita com Marcia Niquini = 04hs R$ 205,00
(tecidos,linha,manta) levar tesourinha e agulhas

Para viabilizar este passeio precisamos de no mínimo 25 pessoas.

Caso tenha interesse me diga e convide suas amigas bordadeiras.

Inscrições e pagamento de 50% até 05/11/13 

Info: (31)  4103-2874 / 9207-5627 Tim

Qual a sua?


05/11 - Bazar Tecendo Sonhos


Nunca!

Para refletir! 

08 e 09/11 - Bordando Memórias


Patchwork na decoração

Como não gostar? 


Pintando e Bordando o Jequitinhonha


Cachoeira de linhas


by Ana Teresa Barboza

Parada do Quilt - Gramado/RS

Eu (de costas) só observando a Parada do Quilt, realizada anualmente na Av. Borges de Medeiros, em Gramado, no Festival de Quilt e Patchwork!



Foto: Juliana Cirino (Turismo & Arte Promoções)

Em Gramado...

Ótima semana participando do 16º Festival de Quilt & Patchwork de Gramado e em boa companhia!

Até 2014!!!

Sede da ONU abriga exibição com obras de artesãs brasileiras


Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York



A sede das Nações Unidas, em Nova York, abriu suas portas para uma exibição de artesanato brasileiro feito por 15 mulheres de várias estados do país.
O projeto, batizado de "Mulheres Artesãs Brasileiras" conta com um guia bilíngue e um documentário sobre a história das artesãs, e como elas conseguiram melhorar as condições de vida de suas comunidades.

Redes

A exibição também homenageou as 15 artesãs, como conta Maria Miguel de Oliveira, a Rosinha, do Ceará. Segundo ela, a produção de redes gerou um comércio local com dignidade para ela e os demais artesãos.

"Foi com o trabalho da rede que erradicamos mortalidade infantil, anafalbetismo, pobreza na nossa comunidade. Hoje, todas as famílias têm vida digna. Nós iniciamos, e  mais duas irmãs com deficiência física, na década de 80, quando o Sebrae fez um diagnóstico do meu município, que é Várzea Alegre. Eles nos encontraram produzindo este trabalho, debaixo de uma árvore."

A coordenadora do Projeto Mulheres Artesãs afirmou que o artesanato ajuda as mulheres a unir suas famílias.

Família

"São mulheres que têm uma preocupação com a questão ambiental. A Monica, trabalha com diversidade, dona Rosinha trabalha com a questão da educação na sua comunidade. No Brasil, as mulheres têm orgulho de fazer o artesanato e de mudar a história de suas comuniddes com o artesanato. Elas têm orgulho de ter o seu próprio dinheiro e cuidarem da sua vida, e têm o orgulho de agregar a família."

O projeto Mulheres Artesãs está sendo patrocinado pelo Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas, Sebrae. O artesanato do país tem uma loja de representação e distribuição em Nova York

Biodiversidade

Tania Machado disse que os compradores americanos fazem encomendas em média de US$ 10 mil, equivalentes a mais de R$ 20 mil. Eles costumam voltar para comprar mais.
A artesã carioca, Monica Carvalho, que trabalha com peças para promoção da biodiversidade, vende para os Estados Unidos e para a Grã-Bretanha. Nesta entrevista à Rádio ONU, ela conta que aprendeu a negociar com o passar dos anos.

"O principal é você saber quanto que aquilo custou pra você. Uma coisa que a gente fala muito é sobre o que custou. E eu estabeleço aquele preço. Em cima daquilo, eu posso começar a negociar. Mas ele tem o preço mínimo de negociação."

Para Monica Carvalho, o artesanato não pode ser medido como um outro produto qualquer por envolver arte e tempo.

"Existe um tempo, uma dedicação e um esmero de nós artesãos, que somos completamente obsessivas. Eu acho que um bom artesão é tudo obsessivo."
A exibição Mulheres Artesãs Brasileiras foi inagurada no último dia 9 e deve ficar em cartaz até o dia 25.

Fonte: Rádio ONU | http://migre.me/g3M82